As entidades assistenciais estão sendo muito mal tratadas

Já houve governo que dispensou um tratamento injusto para com as nossas entidades assistenciais, como o ex-prefeito Pedro Wosgrau Filho, notadamente, em seu terceiro governo. Mas, o governo do prefeito Marcelo Rangel está sendo campeão na desconsideração, no atraso de repasse de verbas devidas, na negação de todo o discurso da campanha eleitoral, que, diante da realidade de hoje, se releva oportunista e mentiroso.

Praticamente, um ano e oito meses passados, a atual administração não conseguiu definir um rumo, um caminho, um ponto de chegada. E é até compreensível que assim seja, se considerarmos o despreparo absoluto do prefeito da cidade. Por ser um despreparado para o cargo, não há uma voz de comando no governo, que carece de representatividade, de eficiência, de compromisso no fazer e, ao fazer, fazer bem feito. Nem há o fazer, como nem há o fazer bem feito.

E o que mais preocupa é que nossas entidades assistenciais estão sem uma única voz que as defenda, diante de um governo despreparado e que está a dispensar tratamento desrespeitoso, injusto e prejudicial ao conjunto dessas organizações que prestam serviços relevantes para a nossa coletividade.

No governo de Pedro Wosgrau, nossas entidades tinham a defesa do vereador Júlior Kuller, que, neste governo, mudou de lado, começando pelo apoio assegurado ao SOS, no repasse da famosa verba de R$ 180 mil mensais e, depois, na interferência indevida na composição do Conselho Municipal da Assistência Social, levando para dentro desse colegiado uma divisão histórica, que só tem contribuído para um desserviço à causa verdadeira da Assistência Social.

Feito secretário da área, imaginava-se que as entidades teriam um aliado no governo. E, hoje, as entidades verificam que ganharam um novo algoz. Há convênios assinados fora do prazo acordado, há atrasos no repasse das verbas devidas e, aí, pelo visto, há uma desorganização generalizada. Por essa desorganização, há entidades vivendo dias difíceis, com dirigentes enfrentando toda a sorte de sacrifícios, em meio a ameaças e anúncio de fechamento de entidade.

Alguém, com autoridade, precisa aparecer para defender os interesses dessas importantes e notáveis instituições. E defender sem favor algum.

 

 

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