O Instituto Mundo Melhor já “atravessou” o Rio Tibagi

Aconteceu ontem a posse da nova diretoria do Instituto Mundo Melhor, encabeçada pelo empresário Jeroslau Pauliki, que recebeu o cargo das mãos do advogado José Eli Salamacha. De princípio, uma solenidade rotineira, como se vê em qualquer outra entidade da chamada sociedade civil organizada, como um clube de serviços, uma associação de moradores, uma entidade de classe. Entretanto, o evento reuniu figuras representativas da comunidade local, além de trazer à cidade expressões da política paranaense e brasileira, como o ex-ministro Alceni Guerra e seu filho Pedro Guerra, deputado federal, o empresário Rocha Loures, ex-presidente da Federação das Indústrias do Paraná, e seu filho, o ex-deputado Rocha Loures, ex-assessor do vice-presidente da República, Michel Temer.

O Instituto Mundo Melhor, que nasceu do espírito da responsabilidade social do Grupo MercadoMóveis, é uma entidade singular no Brasil, pela peculiaridade de sua proposta de trabalho, de contribuição social, de verdadeira promoção do ser humano, necessitado de um braço estendido. É uma entidade parceira, nascida aqui, mas já com seus tentáculos em outras cidades, em outros estados e a um passo de levar suas experiências a um outro continente. Tudo em nome da solidariedade humana.

O IMM parece ainda criança, eis que conta, apenas, quatro anos, mas já exibe um notável acervo de capital social, como destacou, ontem, o ex-ministro Alceni Guerra, integrante do grupo gestor do Instituto, na condição de um de seus conselheiros. O seu primeiro presidente foi o empresário Márcio Pauliki, que deu um rumo ao Instituto Mundo Melhor. Rumo que foi seguido pelo presidente seguinte, o advogado José Eli Salamacha, que fez, ontem, a transmissão do cargo ao seu sucessor, o empresário Jeroslau Pauliki, fundador do Grupo MM e um dos fundadores, naturalmente, do IMM.

O Instituto Mundo Melhor já é parceiro, por exemplo, do governo do Estado, através da Secretaria da Justiça, e se encaminha para ser parceiro do governo federal, por meio do Ministério da Justiça. É, pois, um grande e notável projeto, como destacou, aliás, o empresário Rocha Loures, que disse que conhece várias experiências no Brasil e no mundo, mas nada parecido com os projetos do Mundo Melhor, no campo da educação, da saúde e da cidadania.

Ancorado numa expressão que o jornalista Adail Inglês costuma empregar para evidenciar a falta de expressão de nossa representação política, que “nunca atravessou o Rio Tibagi”, o empresário Márcio Pauliki discursou, afirmando que o Projeto do Instituto Mundo Melhor já “atravessou” os limites do Rio Tibagi, pela abrangência de suas ações, além do Paraná e com os olhos postos no Continente Africano.

Numa solenidade tão bonita e expressiva, não havia ninguém do governo da cidade. E, pelo visto, não fez falta. É que o Instituto Mundo Melhor, como alguém citou na solenidade, é uma entidade verdadeira. Diferente, portanto, do governo virtual da cidade.

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